Ele quase chegou lá… quase! Agora terá que remar (ou andar muito em meio aos alagados) para conquistar seu tão sonhado mandato.
Marcus Alexandre foi alçado direto ao cargo de prefeito da capital do Acre, antes nunca havia disputado uma eleição, sequer para presidente de bairro. Mas, no auge do VIANISMO no estado do Acre ele foi eleito e reeleito prefeito de Rio Branco.
Deu azar; explico: após sua reeleição para prefeito o VIANISMO perdeu força, embora Marcus Alexandre (o Chame-chame, vocês lembram né?) tenha conquistado seu espaço após sua boa administração a frente da prefeitura, isso não foi o suficiente para levá-lo a lugar algum.
(Após renunciar ao seu segundo mandato para tentar um voo mais alto, Marcus Alexandre só colecionou derrotas)
Tentou ser governador e perdeu!
Em seguida tentou ser vice-governador e perdeu novamente!
Foi quando então decidiu largar de mão o PARTIDO DOS TRABALHADORES, que aquela altura do campeonato junto com o VIANISMO se acabaram politicamente no Acre. Ao ponto de o PT zerar por alguns anos sua representação no parlamento municipal de Rio Branco, estadual e federal.
Uma coisa surreal para um partido que mandou e desmandou no Acre por 20 anos consecutivos.
Agora, (2026), Marcus Alexandre quer porque quer um mandato pra chamar de seu. Só que filiou-se ao GLORIOSO MDB para conseguir seu intento. Ocorre que o MDB por sua vez é um partido cheio de “DONOS”, onde ninguém segura a mão de ninguém.
Para piorar: Chame-chame vai para a disputa numa situação muito desigual. Fora do poder a pelo menos 8 anos seu ricol politico se perdeu no tempo! O MDB terá candidatos fortíssimos (inclusive com mandato) disputando a mesma cadeira desejada por ele. A direção do partido (os chamados cabeças brancas), desses, os que tem votos já tem seu candidato ou candidata e não é o Chame-Chame.
É o caso do presidente do partido Vagner Sales que tem a mulher candidata a estadual e a filha a senadora. Os demais comandantes do MDB tem muito papo e pouco voto.
Restará ao Marcus Alexandre correr campo, descer rio (aproveitar que está bem cheio), gastar solado de sapato ou sandália (no caso não pode ser havaianas). Se não, JÁ SABE NÉ?
Balsa…


