O programa “O X da Questão” deste domingo, 14, apresentado pelo jornalista José Alex na TV Rio Branco, canal 8.1, recebeu o jornalista Antônio Muniz para juntos mostra o grande trabalho realizado pela Santa Casa no Acre da Amazônia. A edição inteira do programa girou em torno da histórica operação de saúde realizada no município de Santa Rosa do Purus, o mais isolado do Acre, levando cirurgias inéditas a população carente daquele município, além de discutir a expansão da gestão hospitalar para outros estados, a estabilidade financeira da instituição e o cenário político com a vice-governadora Mailza Assis. Por mais de uma hora os jornalistas José Alex e Antônio Muniz, destacaram a audaciosa operação realizada nos dias 12, 13 e 14 pelo guerreiros servidores da Santa Casa em parceria com os poderes Executivo e Legislativo de Santa Rosa do Purus. A principio, em um Editorial para marcar época foi detalhado a chegada histórica de cirurgias e especialistas ao município mais isolado do Acre. Onde deixou o agradecimento à Câmara Municipal e aos senadores Petecão e Márcio Bitar pelos recursos que viabilizaram a ação. Citando nominalmente um a um, toda à equipe médica e de apoio que realizou os atendimentos e cirurgias na missão tiveram seu reconhecimento pelo trabalho realizado. Antônio Muniz comentou sobre a logística desafiadora e parabenizou a gestão do prefeito Tamir Sá pela parceria eficaz. Expansão Nacional : Muniz e Alex discutiram ainda a gestão da Santa Casa em hospitais de Rondônia, Mato Grosso do Sul e novas parcerias em Brasília. Além da expansão e novas parcerias José Alex confirmou o pagamento do 13º salário e o planejamento para pagar o salário de dezembro antecipado aos funcionários. Elogios à Vice: o provedor honorário da Santa Casa da Amazônia não deixou de lembrar a lealdade e eficiência da vice-governadora Mailza Assis junto ao governo do estado, na execução do projeto Juntos Pelo Acre. Acompanhe a integra do programa abaixo:
Senador Alan Rick lidera articulação contra reajustes abusivos da UAP e defende estudantes brasileiros na Bolívia
O senador Alan Rick (Republicanos-AC) intensificou, nesta semana, a articulação política e institucional em defesa dos estudantes brasileiros de Medicina na Bolívia, prejudicados por aumentos considerados abusivos e sem justificativa nas taxas cobradas pela Universidade Amazônica de Pando (UAP) relacionadas à colação de grau e à emissão de diplomas. O tema foi discutido neste sábado, 13, em reunião realizada na Secretaria de Educação de Epitaciolândia, com a presença do prefeito Sérgio Lopes, da vereadora de Brasiléia Isabelle Araújo, do vereador de Epitaciolândia José Henrique e de parlamentares bolivianos, entre eles a deputada Nathaly Solares, a senadora Carol Carlo Durán, o senador Jorge Antônio Quispe Flores e a ex-senadora Corina Domingues, além de representantes dos estudantes brasileiros. Segundo o senador, as cobranças atingem diretamente jovens que, em sua maioria, vêm de famílias simples e optaram por estudar Medicina na Bolívia por ser uma alternativa economicamente viável. “O que nós estamos buscando é que a universidade pare de fazer cobranças abusivas, não crie empecilhos aos estudantes brasileiros, que sempre foram cumpridores das suas obrigações, e trate os brasileiros com justiça, da mesma maneira que nós aqui no Brasil tratamos os amigos bolivianos”, afirmou Alan Rick. De acordo com os estudantes, os reajustes chegaram a patamares superiores a 140%, inviabilizando a continuidade do curso para muitos acadêmicos. A estudante Gabrielly Menezes, acadêmica de Medicina da UAP, detalhou o impacto dos reajustes.“O problema são os aumentos abusivos nos trâmites, que chegam a mais de 140%. Um procedimento que custava 2.780 bolivianos passou para 6.700, e outro foi de 8.305 para 20 mil bolivianos. São reajustes que não se justificam”, relatou. Em junho, quando os aumentos foram anunciados, o senador oficiou a reitoria da UAP, acionou a Embaixada da Bolívia no Brasil e o Itamaraty, cobrando providências e transparência nos critérios adotados pela universidade. Alan Rick alertou para a gravidade institucional do caso e afirmou que a conduta da reitoria da UAP ultrapassa o campo administrativo. “Essa atitude do reitor da UAP, senhor Franz Navia Miranda, está causando um incidente diplomático entre o Brasil e a Bolívia. Estarei na próxima semana em Brasília, no Ministério das Relações Exteriores, levando ao governo brasileiro e ao corpo diplomático as graves acusações e as intimidações feitas de forma covarde contra estudantes brasileiros. Nós não vamos permitir que isso aconteça”, declarou. O grupo de autoridades brasileiras e bolivianas também esteve na Ponte Internacional, principal ligação entre o Acre e a Bolívia, que chegou a ser bloqueada em razão do protesto dos estudantes brasileiros. No local, ouviram os relatos dos acadêmicos, manifestaram solidariedade e reafirmaram o compromisso de atuar de forma conjunta para que os brasileiros sejam tratados com respeito, transparência e justiça pela Universidade Amazônica de Pando. Segundo o senador Alan Rick, a mobilização seguirá nos âmbitos diplomático, político e institucional, até que haja uma solução definitiva para o problema.“O acesso à educação precisa ser digno. Não vamos aceitar intimidações nem cobranças abusivas que coloquem em risco o futuro desses jovens”, concluiu.
Prefeitura de Rio Branco fortalece Agricultura Familiar com mais de 790 atendimentos técnicos, distribuição de insumos
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Agropecuária, consolidou em 2025 um conjunto expressivo de ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, executadas pelo Departamento de Apoio à Produção (DAP). O relatório anual evidencia avanços significativos nos programas municipais, ampliando atendimentos, reforçando a assistência técnica e garantindo melhores condições de produção para centenas de famílias rurais. Ao longo do ano, o DAP concentrou seus esforços em quatro eixos estratégicos: Assistência Técnica (ATE), Programa Municipal de Grãos, Programa da Bacia Leiteira e Cultivo Protegido, além de iniciativas complementares como georreferenciamento, distribuição de insumos, apoio às Fazendinhas Comunitárias e participação ativa em eventos de grande porte, como ExpoAcre e o 2° Festival da Macaxeira. Um dos principais destaques é o número expressivo de 790 visitas técnicas realizadas nas propriedades rurais do município. Essas visitas permitiram: Essas ações reforçam o papel do DAP como articulador do desenvolvimento rural sustentável e como ponte direta entre a gestão municipal e o agricultor familiar. Programa Municipal de Grãos: avanço da produção de arroz, soja e café O Programa Municipal de Grãos ganhou destaque em 2025 com a ampliação das frentes produtivas e o fortalecimento das parcerias institucionais. Produção de arroz – BRSA 502 e Primavera Expansão da cafeicultura O café também recebeu destaque em 2025: Cultivo Protegido: tecnologia, manejo e ampliação de práticas sustentáveis O Cultivo Protegido seguiu como uma das políticas mais importantes de apoio ao pequeno produtor, em 2025, o programa envolveu: Outro avanço importante foi o georreferenciamento das propriedades rurais, o mapeamento técnico permitiu, melhorar a organização territorial, auxiliou no planejamento de ações futuras, assim como atualização de dados agrários do município. Entrega de mais de 277 mil quilos de insumos em 2025 A Prefeitura intensificou a entrega de insumos essenciais aos agricultores familiares, distribuindo: Totalizando 277.900 kg de insumos agrícolas. As culturas mais beneficiadas são: Essa distribuição teve papel decisivo na correção de solos, aumento de produtividade e fortalecimento da agricultura familiar. O relatório anual confirma que 2025 foi um ano marcante para o fortalecimento da agricultura familiar em Rio Branco. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Agropecuária e do Departamento de Apoio à Produção, ampliou investimentos, reforçou a presença técnica nas comunidades e consolidou programas estruturantes que impactam diretamente o aumento da produção, a geração de renda e a qualidade de vida rural. [Assessoria]
Mailza prestigia 3ª Corrida do Ifac, que une esporte e solidariedade em apoio ao Hospital da Criança e Natal dos Correios
A vice-governadora Mailza Assis acordou cedo neste domingo, 14, para prestigiar a 3ª Corrida do Instituto Federal do Acre (Ifac), promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex). O evento reuniu 500 corredores, entre servidores, alunos, ex-alunos e membros da comunidade em geral, em uma grande mobilização que aliou prática esportiva e solidariedade. A largada ocorreu às 6h, em frente à Reitoria do Ifac, na Via Chico Mendes, com percurso pela rodovia AC-40. Os participantes puderam escolher entre trajetos de 3 km, 5 km, 10 km, 15 km e 21 km. Além de incentivar hábitos saudáveis e o esporte, a corrida teve caráter solidário e vai beneficiar crianças atendidas pelo Hospital da Criança e a Campanha Papai Noel dos Correios, tradicional ação natalina de arrecadação de brinquedos. Todos os inscritos realizaram doação obrigatória para a retirada do kit atleta, composto por camisa e número de peito. Servidores e dependentes doaram um kit de higiene infantil e participaram dos percursos de 3 km, 5 km, 10 km, 15 km e 21 km. Alunos e ex-alunos contribuíram com 1 kg de alimento não perecível e 1 brinquedo para crianças de 2 a 5 anos, podendo correr nos percursos de 5 km, 10 km, 15 km e 21 km. A comunidade externa também participou mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível e 1 brinquedo, com os mesmos percursos disponíveis. Na largada, a vice-governadora parabenizou a instituição pela mobilização. “Só agradecer pelo convite e desejar uma boa corrida a todos, que Deus nos abençoe. Parabéns ao Ifac. Fábio, muito obrigada, sucesso na sua carreira à frente da direção do Ifac. E vamos lá, fazer uma linda corrida que também é solidária. Obrigada, gente!”, afirmou Mailza. [Agência de Notícias]
Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo
O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de emitir opinião. A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15). O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos. A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho. Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%. Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo. Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%. Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%. O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los. “Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo. As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país. Receio de se posicionar A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”. Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita. “Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco. Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas. “As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada. Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento. Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política. “Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada. Afirmação Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo. Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo. “Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais. Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias: “Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo. “É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte. O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa. Amadurecimento Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações. O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos. [Agência Brasil]
Padilha exalta maior mutirão do SUS com o Agora Tem Especialistas: 100 mil atendimentos no fim de semana
Durante o “Bom Dia, Ministro” desta segunda-feira, 15 de dezembro, o ministro Alexandre Padilha (Saúde) destacou o impacto do Agora Tem Especialistas, iniciativa do Governo do Brasil para agilizar os atendimentos na rede pública de saúde e reduzir o tempo de espera nas filas por atenção especializada. O programa prevê o uso de toda a estrutura de saúde do país, pública e privada, para aumentar a capacidade de atendimento. O ministro comentou o maior mutirão de cirurgias da história do SUS, realizado neste fim de semana, que teve como objetivo desafogar a demanda, reduzir o tempo de espera nas áreas de gastroenterologia, urologia, ortopedia, cardiologia e plásticas reparadoras. Outros procedimentos foram oferecidos, como consultas e exames, a exemplo de ultrassonografias, tomografias, endoscopias, ressonâncias magnéticas e consultas especializadas. “Quando a gente pega tudo que teve de tipo de atendimento, foram mais de 100 mil atendimentos. Cerca de 60 mil entre cirurgias e exames complexos que têm de ser feitos dentro do espaço hospitalar”, relatou Padilha. A ação envolveu profissionais de saúde, santas casas, gestores estaduais, municipais, hospitais universitários federais, da rede Ebserh, institutos federais. “Este fim de semana foi histórico. A gente, de fato, realizou o maior mutirão da história do SUS. Nunca foram feitas tantas cirurgias eletivas. São aquelas que não são de urgência. Sábado e domingo, normalmente, o hospital só funciona na parte de urgência. Para o mutirão, mobilizaram todos os profissionais para que a gente pudesse operar pessoas que estavam há meses, algumas até anos esperando”, afirmou. Como conceito, o Agora Tem Especialistas vai expandir o atendimento em seis áreas prioritárias: oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia. A expectativa é aumentar em até 30% a oferta de atendimentos e reduzir a espera em policlínicas, UPAS, ambulatórios e salas de cirurgias. “Uma novidade são hospitais privados, de plano de saúde, que não atendiam pelo SUS. Eles podem trocar dívidas ou reduzir pagamento de impostos se fizerem mais cirurgias, mais exames, se abrirem as portas para o SUS. Assim, se a secretaria estadual, a secretaria municipal ligar para te chamar para fazer uma cirurgia no hospital privado, que não atendia para o SUS, não se assuste. Isso é o Agora Tem Especialistas”, afirmou o ministro da Saúde. EM TODO O BRASIL — Padilha lembrou que os mutirões seguirão ocorrendo. Em 2025, foram três vezes. “Todos os estados tiveram, pelo menos, algum hospital universitário federal, algum hospital filantrópico da Santa Casa participando ativamente. Foram vários tipos de cirurgia. A gente tinha feito dois mutirões com hospitais universitários federais. São ligados ao Ministério da Educação, em parceria com o Ebserh. E agora, neste terceiro, as Santas Casas entraram. Teve um volume muito maior”, destacou Padilha. QUEM PARTICIPOU — Participaram do programa desta segunda-feira a Rádio Nacional Brasília, Amazônia e Alto Solimões/EBC; Rádio Bandeirantes (São Paulo/SP); Rádio Verdinha (Fortaleza/CE); Rádio Bandeirantes (Goiânia/GO); Rádio Nova Brasil FM (Brasília/DF); Rádio Itatiaia (Belo Horizonte/MG) e Portal O Dia (Rio de Janeiro). [Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República]
Defesa Civil Municipal realiza simulado de alerta de desastres naturais em todo o Acre
A Defesa Civil Municipal participou, neste sábado (13), de um simulado de alerta para desastres naturais e situações de emergência, que mobilizou toda a estrutura de resposta da Prefeitura de Rio Branco e do Governo do Estado do Acre. A ação teve como objetivo testar os sistemas de alerta, a capacidade operacional e a integração entre os órgãos envolvidos. O alerta foi emitido de forma simultânea e chegou a todos os telefones celulares no estado. Apesar de se tratar de um exercício simulado, a mensagem surpreendeu parte da população. A estudante Isabela Araújo relatou que o aviso chamou a atenção pelo impacto imediato. “Eu estava em casa me arrumando e, de repente, o alerta apareceu no celular. Fiquei assustada no início, achei que pudesse ser algum desastre real”, afirmou. Para o eletricista Claubanir Alves Maia, a iniciativa é positiva e necessária, especialmente para quem vive em áreas de risco. Segundo ele, “é muito importante ter esse tipo de alerta, principalmente para as pessoas que moram em periferias e áreas perigosas. O aviso chegou para todo mundo e é uma ação muito boa da Defesa Civil e do Estado”. A partir do Centro de Comando da Defesa Civil Municipal, instalado no Corpo de Bombeiros da capital, o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, coordenou a mobilização das equipes. Diversas secretarias municipais participaram da ação, entre elas a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos e a Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade, além do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil Estadual e da Defesa Civil Nacional. Durante o simulado, caminhões, embarcações e equipamentos foram deslocados de maneira ordenada e sincronizada. O comandante da Defesa Civil Estadual, coronel Carlos Batista, explicou que o exercício foi planejado com antecedência e envolveu os 22 municípios acreanos. “Esse simulado foi planejado anteriormente, com a participação das coordenadorias municipais de Defesa Civil. O acionamento ocorreu por meio do Sistema de Interface de Divulgação de Alertas Públicos do Governo Federal, que já é um sistema validado”, destacou. O coronel acrescentou ainda que, após o exercício, será elaborado um relatório para avaliar a eficiência do sistema. “Vamos entrar em contato com as coordenadorias municipais e com a população para verificar quem recebeu o alerta, quem não recebeu e os motivos, em parceria com a Anatel, para aprimorar ainda mais o serviço”, completou. Todo o tempo de resposta foi acompanhado por uma equipe da Defesa Civil Nacional. De acordo com o analista técnico Rodrigo Souto, o exercício foi fundamental para avaliar a capacidade de reação diante de cenários críticos. “É um simulado muito amplo, envolvendo os 22 municípios do Acre, voltado para situações de chuvas intensas e vendavais. Esse tipo de ação é essencial para testar as equipes e a preparação da população”, afirmou. O coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão, avaliou o resultado como positivo e destacou a importância do treinamento contínuo. “O simulado é essencial para aprimorar nossa capacidade operacional e testar toda a estrutura que a prefeitura dispõe para prestar socorro à população”, disse. Falcão ressaltou ainda o papel da assistência social durante as operações de resposta. “Além do resgate, é fundamental garantir acolhimento e dignidade às famílias retiradas de áreas de risco. A partir do momento em que essas famílias são abrigadas, passam a estar sob a tutela do município, o que exige responsabilidade e cuidado”, explicou. Segundo o coordenador, após a conclusão do exercício, será realizada uma análise detalhada da operação. “Vamos elaborar um relatório final para apresentar ao prefeito Tião Bocalom, destacando nossos pontos fortes e também os pontos que precisam ser aprimorados, para que possamos estar cada vez mais preparados para situações reais”, concluiu. [Assessoria]
População celebra Fim de Ano da Família com segurança e programação diversificada
A população marcou presença e celebrou com tranquilidade a programação do Fim de Ano da Família, promovida pelo governo do Acre, em frente ao Palácio Rio Branco, na capital. A primeira etapa da agenda cultural foi encerrada neste domingo, 14, em grande estilo com apresentação da Banda do 4º Batalhão de Infantaria de Selva, na programação organizada pela Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM). A segunda etapa do evento tem continuidade a partir de sexta-feira, 19, e prossegue até domingo, 21, reunindo apresentações musicais de diferentes estilos. A programação contempla DJs, corais, bandas, orquestras e grupos musicais, reforçando a valorização dos talentos acreanos e oferecendo opções para todos os públicos. O chamado para a celebração natalina foi atendido pelas famílias da capital, que lotaram as imediações do Palácio Rio Branco. O espaço foi cuidadosamente ornamentado, garantindo conforto, funcionalidade e segurança aos visitantes, que puderam circular pela Vila Natalina e pela praça de alimentação com tranquilidade. Crianças, idosos e pessoas com deficiência compartilharam momentos de lazer e confraternização em clima de harmonia. Para ampliar o encantamento do público infantil, a servidora pública Macleane Brandão ofereceu serviços de pintura facial. Segundo ela, a atividade contribui para integrar as crianças à temática natalina. “As meninas pedem borboletas e os meninos, super-heróis. É uma alegria participar desse evento e compartilhar esse encantamento com o Natal”, afirmou. O diretor de Eventos da FEM, Sérgio Siqueira, destacou a grande participação das famílias, especialmente na procura por registros fotográficos com o Papai Noel. “Tudo ocorre dentro do planejado. A receptividade do público é muito positiva, e é emocionante ver o carinho das pessoas com o bom velhinho”, avaliou. A atmosfera natalina também emocionou dona Raimunda Silva, de 86 anos, que pediu ao filho para visitar o evento. Cadeirante, ela recordou com saudosismo os tempos em que passeava pela praça quando jovem. Moradora do bairro Santa Inês, encantou-se com a iluminação e a programação cultural. “Está tudo muito bonito. As luzes, as pessoas passeando como antigamente. Sempre gostei dessa época do ano, parece que todos ficam mais felizes”, disse. [Agência de Notícias]
Mercado reduz previsão da inflação para 4,36% este ano
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,4% para 4,36% este ano. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,16% para 4,1%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente. Pela quinta semana seguida, a previsão foi reduzida, alcançando o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. A alta no preço das passagens aéreas fez a inflação de novembro chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,46%, dentro da meta do CMN. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela quarta vez seguida. O colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic neste patamar por bastante tempo. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então. A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,25%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,83% e 2%, respectivamente. Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50. [Agência Brasil]
DIÁRIO DO ESPORTE EM 15/12 em 2025
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