Diante do novo cenário fitossanitário da Região Norte, marcado pela confirmação da mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae) no estado do Amazonas, o governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), intensificou as ações de vigilância e prevenção para proteger o território acreano da praga.
O Idaf ampliou a rede estadual de monitoramento com a instalação de 13 novas armadilhas do tipo Jackson, ação desenvolvida pela Coordenação do Programa Estadual de Monitoramento da Mosca-da-Carambola (PEMC). Com isso, o número de equipamentos em operação passou de 40 para 53, distribuídos estrategicamente em diferentes regiões do estado. A intenção é instalar mais armadilhas até o final do ano e completar o quantitativo de 100.

A iniciativa foi desenvolvida pelo próprio Idaf como forma de antecipar-se a um possível cenário de reclassificação do Acre de área de médio risco para alto risco de introdução da praga. A preocupação decorre da recente detecção da mosca-da-carambola em municípios amazonenses e da publicação de portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estabelecendo medidas de quarentena nas localidades afetadas.

“O trabalho que o Idaf vem desenvovendo é fundamental para acompanhar continuamente o cenário fitossanitário, possibilitando a detecção precoce de qualquer suspeita da praga e garantindo uma resposta rápida e eficiente. O monitoramento protege a cadeia da fruticultura acreana e mantém o Acre livre da mosca-da-carambola”, destaca o coordenador do Programa Estadual de Monitoramento da Mosca-da-Carambola (PEMC), Flávio Daniel Barroso de Oliveira.
(Agência de Notícias)
