Nesta segunda-feira, 19 de janeiro o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom exerceu seu direito de lançar-se candidato a governador. Algo errado? Não! Mas…. Como vai desenrolar esse nó?
A primeira pergunta é:
É pra valer a candidatura de Bocalom? Isso não ficou claro no anúncio de hoje. Tem uns és.. mas… até lá… muita água vai passar embaixo dessa ponte… se caso… caso contrário tem mais três anos como prefeito… num foi um lançamento de candidatura, foi um registro de intenção.
Segunda pergunta é:
Bocalom é um forte candidato? Sim, claro que é! Tanto que já aparece muito bem posicionado nas pesquisas. Inclusive a frente da vice-governadora Mailza. Ela que tem mais de um ano com sua turma “JUNTOS PELO ACRE” rodando o estado e testando seu nome junto ao eleitorado.
Terceira pergunta é:
Bocalom teria realmente coragem de renunciar seu mandato? Bom, essa é a grande questão! Para disputar a eleição é obrigatório renunciar. Tem até 4 de abril para fazê-lo. Agora, para isso acontecer BOCALOM vai precisar está muito bem de popularidade e convicto de suas reais chances. Caso contrário se juntará a Flaviano Melo e Marcos Alexandre como prefeitos que deixaram seus mandatos pela metade e no fim ficaram sem nada. P.s: a população já deu mostras de não gostar desse movimento.
Quarta pergunta é:
Como vai ficar o CENÁRIO, caso se confirme sua candidatura? Aí é onde está o X da QUESTÃO?
– Quais seriam os partidos aliados do PL de Bocalom?
– Como se daria a dobradinha Gladson-Bittar num cenário como esse?
– E como fica a Mailza Assis que assume o posto de governadora em abril, que topou uma briga com o governador Gladson Camelí em defesa da candidatura de Bocalom ante Alisson Bestene que hoje é vice e viraria prefeito caso se confirme a candidatura de Bocalom. Olha o tamanho desse nó a desatar. Quem vai está com quem?
Corajoso sabemos que é. Agora: uma vez tomada essa decisão isso não vai causar uma grande divisão? Um racha? Um cenário de destruição entre aliados? Como juntar os cacos às vésperas das eleições?
Sabe-se-lá… vamos aguardar pra ver no que vai dá.


