Deputada federal pelo Acre, Meire Serafim foi a única representante dos acreanos a não concordar com o indiciamento de mais de duzentas pessoas, entre elas, o LULINHA filho do presidente, e votou contra o relatório final da CPMI. Se aplica a Meire a mesma regra do gatinho e do leão. Já sabem né? Aqui no Acre é valente, briga e defende (pelo menos é o que aparenta), a turma da oposição, é contra o PT e o petismo, a esquerda e o Lulismo. AQUI RUGE COMO LEOA. Já lá em Brasília, onde conhecemos os representantes pela sua assinatura (VOTO), a realidade se apresenta bem diferente. E não é só a deputada MEIRE SERAFIM, assim como ela tem a deputada SOCORRO NERI e ANTÔNIA LÚCIA. Lá elas miam como GATINHAS. Enfim… não foi surpresa o voto da deputada MEIRE para enterrar a CPMI do INSS, que por mais de 7 meses brigaram, saíram no tapa, causaram contendas para ter um fim melancólico. 2026 chegou, as eleições batem a porta e vai ter substituição. Sai de cena MEIRE SERAFIM e entra para a disputa MAZINHO SERAFIM, vamos acompanhar de qual lado estará: LULISMO X BOLSONARISMO; eis a questão?
Prefeitura de Rio Branco inaugura Indústria de Leite de Soja e Complexo Agroindustrial da Agricultura Familiar
A Prefeitura inaugurou, na manhã desta terça-feira (31), a Indústria de Leite de Soja e o Complexo Agroindustrial da Agricultura Familiar, dois empreendimentos que prometem transformar a produção agrícola local e reforçar a segurança alimentar no município. As estruturas foram construídas na regional da Baixada da Sobral, com investimento de aproximadamente R$ 20 milhões em recursos próprios. A proposta é fortalecer a agricultura familiar, garantir alimentação de qualidade nas escolas e atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Durante a inauguração, o prefeito Tião Bocalom celebrou a entrega e destacou o impacto social da iniciativa, especialmente para crianças e pessoas com restrições alimentares. “Eu estou muito feliz, porque isso daqui vai ajudar na alimentação das nossas crianças nas escolas, vai ajudar na alimentação das pessoas que têm rejeição à lactose, não podem tomar leite de vaca. Inclusive as unidades de saúde vão definir, vão identificar aquelas pessoas idosas ou pessoas que não têm leite de soja que precisam do leite de soja e ele será entregue na unidade de saúde. Logo ali em cima nós temos a indústria de beneficiamento de arroz, feijão e de milho. Uma linha de produção que nunca teve no Acre e que nós vamos ter agora”, asseverou Bocalom. O vice-prefeito Alysson Bestene relembrou que o projeto da indústria de leite foi pensado ainda em 2012 e destacou a satisfação em ver a iniciativa se tornar realidade e garantiu um governo de continuidade. “E agora isso se tornou realidade. Além de que trabalhar com seriedade, honestidade, com recurso público, aplicar nessa quantidade de obras que a gente tem aplicado na cidade. A gente vai continuar trabalhando para que essas obras aconteçam, cheguem nas comunidades e também deixar nossa marca na gestão, que é atender lá nas comunidades, com relação às pavimentações, conversando e dialogando com a população, fazendo esse orçamento participativo chegar naqueles que mais necessitam”, evidenciou Bestene. Para quem vive da produção rural, a entrega representa um avanço histórico. O produtor Francismarcos da Silva destacou que, pela primeira vez, os agricultores terão condições de industrializar seus produtos e competir com grandes marcas. “Esse complexo industrial, representa um grande avanço para a agricultura familiar do estado do Acre e do município de Rio Branco, porque, através desse complexo industrial, hoje, nós conseguimos produzir, beneficiar e industrializar o nosso produto. Até então, a gente não tinha como beneficiar esse produto e industrializar ele, para poder apresentar o mercado de uma forma mais apresentável. E para que o nosso produto viesse a se igualar às grandes marcas, às grandes empresas. E hoje, a gente está tendo essa oportunidade de poder igualar o nosso produto, produzido aqui regionalmente, com o nacional”, frisou. A aceitação do leite de soja também surpreendeu positivamente alunos da Escola Wilson Ribeiro que participaram da degustação e aprovaram o produto. “Eu quero que todo mundo beba esse leite maravilhoso. Por favor, que tome esse leite. Eu amei. Todo mundo gostou da minha turma. É muito bom”, disse Aylla Sophia de Souza. “Eu achei maravilhoso. Foi uma delícia. É, eu vou levar para minhas coleguinhas”, afirmou Eloisa Martins. Além do impacto social, o projeto também tem grande alcance econômico. O Complexo Agroindustrial da Agricultura Familiar tem capacidade para processar cerca de 3 mil toneladas por dia de arroz, milho e feijão, o que pode beneficiar produtores de todo o estado do Acre. Já a indústria de leite de soja pode produzir até 4 mil litros por dia, em sabores como morango, chocolate, banana e doce de leite, ampliando a oferta de alimentos nutritivos na rede pública. A entrega marca não apenas a concretização de um projeto que muitos consideravam improvável, mas também um novo momento para a agricultura familiar e a segurança alimentar em Rio Branco e no Acre. [Assessoria]
Prefeitura promove segundo dia de oficinas da Semana do Autismo com foco na orientação às famílias
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta terça-feira (31), o segundo dia de oficinas temáticas em alusão à Semana do Autismo. A programação acontece no Centro de Atendimento ao Autista – Mundo Azul e segue até o dia 1º de abril, com atividades voltadas ao fortalecimento do cuidado, da inclusão e do apoio às famílias de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ao longo do dia, pais, cuidadores e crianças participaram de atividades educativas e práticas que buscam orientar e oferecer ferramentas para o cotidiano familiar. A primeira oficina da manhã abordou o uso de telas na infância e a importância do brincar no desenvolvimento infantil, destacando estratégias para reduzir o tempo de exposição e incentivar atividades lúdicas. De acordo com a coordenadora do Mundo Azul, Édila Sousa, a proposta das oficinas é justamente aproximar as famílias de práticas que possam ser aplicadas no dia a dia. “Essa oficina busca mostrar aos pais os efeitos do uso excessivo de telas e apresentar estratégias para que possam desenvolver atividades com as crianças. Após esse momento, eles participam da parte prática, com a confecção de recursos terapêuticos e brinquedos que podem ser reproduzidos em casa”, explicou. Ainda dentro da programação desta terça-feira, foi realizada a oficina sobre seletividade alimentar, conduzida por uma nutricionista, abordando alternativas para lidar com as dificuldades alimentares comuns entre crianças com TEA. Paralelamente às oficinas, a população também teve acesso a atendimentos odontológicos por meio de unidades móveis, ampliando a oferta de serviços de saúde durante a ação. Para as famílias, a iniciativa tem impacto direto na rotina. A mãe atípica Franquesleide Pinheiro destacou a relevância das atividades. “Está sendo muito importante. Participei ontem e hoje também. Aprendi sobre o uso de telas, o que vai me ajudar muito em casa. Já estou tentando aplicar com meu filho. As atividades ensinadas são coisas que posso fazer com ele, e isso ajuda muito no nosso dia a dia”, relatou. A programação segue nesta quarta-feira (1º), com oficinas voltadas às famílias, incluindo orientações sobre os direitos da pessoa com TEA e atividades práticas com recursos terapêuticos. A ação reforça o compromisso da gestão em promover políticas públicas inclusivas, garantindo acesso à informação, aos serviços de saúde e ao suporte às famílias, além de contribuir para o desenvolvimento e a qualidade de vida das crianças com autismo. [Assessoria]
Entrega de 100 casas evidencia avanço da política habitacional do governo
“Ter minha própria casa era um desejo profundo, e hoje agradeço muito ao governo do Estado por ter me ajudado a realizar esse sonho”, resume Oneide Soares da Silva, 54 anos, uma das 100 beneficiadas com as casas populares entregues nesta terça-feira, 31. As unidades habitacionais são destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade, reforçando a inclusão social por meio do acesso à moradia digna. A Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb) entrega, nesta etapa, 100 casas que integram o conjunto de 383 unidades construídas pelo Programa Pró-Moradia. A obra foi concluída em 646 dias, e as novas moradias contam com infraestrutura planejada. Os imóveis estão inseridos em um conjunto urbano estruturado, com acesso a serviços essenciais e equipamentos públicos. O investimento total nas 100 unidades, incluindo os terrenos, ultrapassa R$ 12,5 milhões. Desse valor, parte dos recursos é proveniente de fonte própria do Estado, enquanto outra parcela é proveniente de operações de crédito. ‘Agora posso dizer: a casa é minha’ “Eu me sinto realizada, porque esse era um sonho que carregava há muito tempo. Sempre morei com meus pais, mas eles já faleceram, e a casa onde eu vivia era de herança. Agora posso dizer: a casa é minha, não é de ninguém mais. Foi Deus que me deu”, disse Oneide. Com o novo lar, Oneide, beneficiária do programa habitacional, recebeu sua casa própria após uma espera de 17 anos e já faz planos para o futuro. Ela conta que pretende organizar o espaço para receber os netos, uma menina e um menino, e criar um ambiente seguro e acolhedor para que eles possam brincar e crescer. “Ter minha casa facilita muito planejar a vida daqui pra frente. É um lugar que posso chamar de meu, onde posso investir, ampliar e construir novas memórias com minha família. Meu coração está mais tranquilo e cheio de gratidão.” Novo capítulo Francineia Paulino, 33 anos, moradora do Taquari, não conteve a emoção ao receber as chaves da casa própria. “É emocionante, uma alegria muito grande. Depois de tanto tempo, finalmente posso chamar um lugar de meu”, disse. Mãe solo, ela contou que a conquista representa segurança e esperança para os filhos. Ela relatou que o maior dos meninos, de 6 anos, sempre sonhou em morar em uma casa de alvenaria — algo que ela não tinha condições de construir. “É muito gratificante, para mim e para eles. Vim do Jordão há quase sete anos para fazer tratamento de saúde e, desde então, enfrentamos muitas dificuldades. Hoje, ver esse sonho se realizando não tem preço.” Ela explicou que os filhos não puderam acompanhar a entrega porque estavam na escola e a família não dispõe de transporte. “Eles queriam muito vir, principalmente o David Luiz. Mas eu disse que a mamãe viria e depois mostraria tudo para eles. Estão ansiosos.” Para Francineia, a nova moradia marca um recomeço. “Essa casa abre um novo capítulo na nossa vida. Agora posso oferecer mais conforto e estabilidade para meus filhos. É uma vitória para todos nós.” Melhorar condições sociais Para o governador, o ato simboliza a materialização de um dos principais lemas de sua gestão, voltado à redução das desigualdades por meio de políticas sociais. “A casa própria é a base para melhorar as condições sociais das nossas famílias”, afirmou. A iniciativa integra o esforço do governo estadual para reduzir o déficit habitacional, atender famílias em situação de vulnerabilidade e ampliar a inclusão social por meio do acesso à moradia digna. As unidades são destinadas prioritariamente a famílias inscritas no CadÚnico e beneficiárias de programas sociais, além de grupos em maior situação de risco, como idosos, pessoas com deficiência, mulheres chefes de família, vítimas de violência doméstica e famílias afetadas por enchentes ou residentes em áreas de risco. As moradias possuem 44,05 metros quadrados de área construída, com dois quartos, sala de estar, cozinha, banheiro e área de serviço, oferecendo estrutura adequada para garantir qualidade de vida aos beneficiários. “Então sinto-me realizado de poder ter dado a minha contribuição para que o sonho da casa própria pudesse se tornar uma realidade para aqueles que mais precisam. Estou com a consciência tranquila e seguro de que deixarei a gestão do nosso estado melhor do que encontrei”, destacou. 2,7 mil em 15 municípios do Acre A diretora técnica da Sehurb, Samilca França, anunciou que mais de R$ 12 milhões estão sendo investidos em projetos habitacionais no Acre. Segundo ela, até o fim deste ano serão entregues 2,7 mil unidades habitacionais em diferentes municípios, contemplando tanto áreas urbanas quanto rurais. “Estamos com mais de 2,7 mil unidades em execução, distribuídas em mais de 15 municípios. Essas entregas ocorrerão ao longo do ano, beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou França. Entre os critérios de seleção dos beneficiados, a diretora explicou que são seguidas as diretrizes do Ministério das Cidades. A prioridade é dada a mulheres chefes de família, pessoas em situação de vulnerabilidade social, famílias com filhos com deficiência comprovada, moradores de áreas de risco, beneficiários do aluguel social e idosos. Além disso, 3% das unidades são destinadas a pessoas em situação de rua. Samilca detalhou que, na capital, o conjunto Cidade do Povo receberá cerca de 1,1 mil unidades, além de outros empreendimentos como os 192 apartamentos no Calafate e 224 no Irineu Serra. Municípios como Xapuri, Tarauacá, Feijó, Brasileia e Xapuri também estão contemplados. O déficit habitacional no Acre, segundo estudo da Fundação João Pinheiro, é de aproximadamente 30 mil unidades. A diretora esclareceu que esse número não representa apenas pessoas sem moradia, mas também situações de coabitação e famílias em áreas de risco. “A capital concentra a maior demanda, por isso recebe mais unidades, mas estamos avançando também no interior”, afirmou. As inscrições para os programas habitacionais são feitas online, pelo site da secretaria. Após o cadastro, os dados são verificados por meio de visitas técnicas da equipe de assistência social. “Hoje já temos mais de 28 mil inscritos na plataforma. Após a assinatura do contrato, as famílias têm até oito dias para se
Encerramento do inquérito das fake news está em pauta, diz Fachin
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse nesta terça-feira (31) que a tramitação do chamado inquérito das fake news é um assunto que o preocupa. O inquérito foi aberto pela Corte em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, e ainda continua em andamento. Durante conversa com jornalistas, Fachin disse que a questão agora é discutir se chegou o momento de pensar no encerramento do inquérito. “Eu já conversei com o relator, ministro Alexandre de Moraes, tenho iniciado conversa com os demais ministros. Portanto, é um assunto que está na pauta”, completou. O presidente do STF lembrou que votou pela validação do inquérito, que, segundo ele, cumpriu uma função importante para defender a democracia e combater os ataques contra o Supremo. “Esse é um assunto que me preocupa. É preciso lembrar que eu fui o relator da ADPF que discutiu a constitucionalidade do inquérito. O voto que eu apresentei concluiu pela constitucionalidade”, afirmou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A abertura do inquérito foi feita em março de 2019. Na época, o então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, defendeu a medida como forma de combater a veiculação de notícias que atingiam a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. O ministro também nomeou Alexandre de Moraes como relator do caso. No mês passado, a tramitação do inquérito foi defendida pelo ministro Gilmar Mendes, decano da Corte. O ministro afirmou que apoiou a abertura do inquérito e disse que a medida foi necessária diante dos ataques ocorridos contra o tribunal durante o governo Bolsonaro. [Agência Brasil]
Lula deve enviar nesta terça ao Senado indicação de Messias ao STF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve enviar nesta terça-feira (31), ao Senado, a mensagem presidencial que oficializa a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada pela Advocacia-Geral da União (AGU). No dia 20 de novembro do ano passado, o Palácio do Planalto confirmou a indicação de Messias, mas a mensagem não foi enviada em função da falta de apoio político. Messias será indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro de 2025. Diante da possibilidade de envio da mensagem, o ministro da AGU declarou que vai continuar na busca do diálogo com os senadores. “Continuarei meu empenho pela pacificação e estabilidade. Como profissional do direito, sempre valorizei o diálogo e a conciliação como as melhores maneiras de resolver conflitos. Reafirmarei meu compromisso com essas credenciais”, declarou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Sabatina Para tomar posse, Messias precisa passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e deverá ter o nome aprovado em votação na comissão e no plenário da Casa. A data da sabatina ainda será definida. O ministro da AGU tem 46 anos e, caso seja empossado no STF, poderá ficar no cargo até completar 75 anos, idade em que a aposentadoria é compulsória. Nascido no Recife, o ministro é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. Ele é formado em direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e possui os títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB). Durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, Messias foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, setor responsável pelo assessoramento direto da presidente. No atual governo, ocupa a AGU desde 1º de janeiro de 2023. [Agência Brasil]
DIÁRIO DO ESPORTE EM 31/03 2026
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