Os bastidores da política acreana virou o samba do criolo doido. Como vai terminar isso? Difícil saber! Embora o prazo para desincompatibilização esteja chegando ao fim, muito ainda vai acontecer até o dia 4 de abril. Mas muito também já aconteceu. 1- Alimentaram uma candidatura do Dr. Eduardo Veloso ao senado, ele se empolgou, andou os quatro cantos do estado se dizendo candidato e para surpresa de zero pessoas aplicaram-lhe uma RASTEIRA. Agora o bom Dr. está aí tentando se levantar, sacudir a poeira e dar volta por cima. Conseguirá? 2- O prefeito Tião Bocalom mais uma vez viu seu tapete sendo puxado enquanto se declarava candidato a governador. Agora, sem partido implora ao ex-amigo tucano Aécio Neves o comando do PSDB no Acre para continuar sua caminhada rumo ao palácio Rio Branco. Teve a promessa de mais tardar na próxima terça-feira, 10, saberá se voltará ao ninho tucano ou não. 3- o tal glorioso MDB, de tanto se achar a última bolacha do pacote ou na verdade tentando negociar o que não tem para entregar, acabou mais uma vez largado ao relento. Os metidos a grandes articuladores (cabeças brancas), na verdade não passaram de marinheiros de primeira viagem. Queriam tudo, queriam tanto e acabaram sem nada. Ao MDB resta agora a tal saída honrosa. Se existe essa saída para ação tão amadora. De certo temos até o momento uma chapa sendo formada por: Mailza, Gladson e Márcio ( faltando a indicação do vice). Outra chapa encabeçada por Alan Rick e Mara Rocha, faltando um segundo nome para o senado e vice. Petecão candidato ao senado sem uma chapa formada. Jorge Viana indeciso. Enquanto o prefeito Tião Bocalom, agora sem partido continua sua saga para viabilizar sua candidatura. Ah… quem sabe não saia dessa situação toda uma chapa formada por Bocalom, Veloso/Petecão? Será? Quando 4 de abril chegar haverá novas atualizações….
Programa Estadual de Aquisição de Alimentos fortalece agricultura familiar e amplia oferta de alimentos no Acre
O governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura do Acre (Seagri), concluiu o processo de seleção de cooperativas da agricultura familiar que irão fornecer alimentos para o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos do Acre (PAA). O resultado foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira, 6. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a produção rural, garantir renda aos agricultores familiares e ampliar o acesso da população a alimentos produzidos no próprio estado. O processo de seleção foi conduzido conforme as diretrizes da Lei Estadual nº 4.598/2025, que regulamenta o programa no Acre. A política pública estabelece a compra de produtos da agricultura familiar pelo poder público, com posterior distribuição a instituições e unidades que atendem populações em situação de vulnerabilidade social. De acordo com o relatório final do processo, cooperativas da agricultura familiar sediadas e atuantes no Acre apresentaram propostas de venda de gêneros alimentícios. Para participar, foi necessário comprovar regularidade documental, incluindo a apresentação da CAF Jurídica ativa, entre outros requisitos exigidos no edital. A seleção foi conduzida por uma comissão julgadora responsável por analisar a conformidade das propostas com os critérios estabelecidos e com as diretrizes do Programa Global REDD, iniciativa internacional voltada à redução do desmatamento e ao incentivo a práticas sustentáveis. Durante o processo, também foi publicado um relatório com o resultado preliminar das propostas apresentadas pelas cooperativas. Após a confirmação das entidades aptas a participar do programa, a Seagri abriu uma etapa complementar para o envio de projetos de venda adicionais. A medida foi necessária porque a demanda por determinados itens alimentícios nas unidades recebedoras não havia sido totalmente atendida. Nessa fase, as cooperativas receberam um link por e-mail para apresentação de propostas complementares, permitindo ampliar a oferta de produtos e garantir o abastecimento das instituições beneficiadas. Com a conclusão das análises técnicas e o cumprimento de todas as etapas previstas no edital, a comissão consolidou os dados e apresentou o resultado final da seleção. O documento traz a classificação das cooperativas participantes, identificadas por CNPJ, além da relação dos produtos ofertados e dos respectivos valores contratados. Segundo a secretária de Agricultura, Temyllis Silva, a iniciativa representa um avanço nas políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção rural no estado. “O Programa de Aquisição de Alimentos é uma ferramenta estratégica porque garante mercado para o pequeno produtor e, ao mesmo tempo, leva alimentos de qualidade para quem mais precisa. É uma política que gera renda no campo e promove segurança alimentar”, destacou. A gestora também ressaltou que a participação das cooperativas fortalece a organização produtiva no interior do estado. “Quando o governo compra diretamente da agricultura familiar, estamos incentivando o cooperativismo, valorizando o trabalho de quem produz e estimulando o desenvolvimento das comunidades rurais”, acrescentou. Além de estimular a produção local, o PAA contribui para fortalecer cadeias produtivas regionais, valorizar o trabalho das cooperativas e promover segurança alimentar, ao mesmo tempo em que integra políticas de desenvolvimento rural e sustentabilidade no Acre. [Agência de Notícias]
Prefeitura apresenta ferramenta que ajuda equipes de saúde a mapear áreas atendidas
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta segunda-feira (9), uma reunião para apresentar a nova metodologia de Georreferenciamento Territorial em Saúde. A atividade foi voltada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e aos enfermeiros das equipes que atuam no segmento da URAP Ary Rodrigues. O georreferenciamento é uma ferramenta que ajuda as equipes de saúde a mapear as áreas atendidas e a organizar melhor as informações sobre o território onde atuam. Com esse método, é possível identificar com mais precisão onde vivem as famílias acompanhadas pelas unidades e conhecer melhor a realidade da população de cada região. Após a elaboração dos mapas territoriais, as equipes passam a ter acesso a dados importantes, como o número de cadastros por Agente Comunitário de Saúde, a quantidade de pessoas que moram em cada área e também a identificação de grupos que precisam de maior acompanhamento, como crianças e pessoas com hipertensão e diabetes. Outra vantagem da metodologia é a possibilidade de classificar as áreas de acordo com o nível de vulnerabilidade social e de saúde, identificando territórios com alta, média ou baixa vulnerabilidade. Essas informações ajudam as equipes a direcionar melhor as ações de saúde e a levar mais atendimento às regiões que mais precisam. Segundo a chefe da Divisão de Gestão Territorial da Semsa, Elisângela Silva dos Santos, o georreferenciamento fortalece o trabalho das equipes da Atenção Primária. “O georreferenciamento é importante porque nos ajuda a conhecer melhor o território e a população atendida por cada equipe. Com essas informações organizadas, conseguimos planejar melhor as ações de saúde, identificar pessoas que precisam de mais acompanhamento e também as áreas com maior vulnerabilidade. Isso fortalece o trabalho das equipes da Estratégia Saúde da Família e contribui para um atendimento mais organizado e eficiente para a população”, destacou a gestora. O trabalho da Divisão de Gestão Territorial da Semsa vem sendo desenvolvido desde abril de 2025. Até o momento, já foram concluídos o segmento da URAP Rosângela Pimentel, além de algumas unidades do segmento da URAP São Francisco. A expectativa é que a nova metodologia ajude a melhorar o planejamento das ações de saúde e o atendimento à população nos territórios atendidos pelas equipes da Atenção Primária. [Assessoria]
Prefeitura de Rio Branco lança edital de licitação para concessão do transporte coletivo da capital
A Prefeitura de Rio Branco lançou, nesta segunda-feira (9), o Edital de Concorrência Pública nº 005/2026, que trata da concessão e da operação do transporte coletivo urbano da capital acreana. O anúncio foi feito pelo prefeito Tião Bocalom durante coletiva de imprensa realizada no gabinete municipal. Também participaram do ato o vice-prefeito Alysson Bestene, o presidente da Câmara Municipal, Joabe Lira, o superintendente da RBTrans, Marcos Roberto da Silva Coutinho, além do procurador-geral do município e de secretários da administração. De acordo com o prefeito, a abertura do processo licitatório busca garantir segurança jurídica às empresas interessadas em operar o sistema, além de permitir investimentos que contribuam para a melhoria do transporte público. “Essa questão do transporte coletivo tem gerado muitos contratempos para a administração, mas, graças a Deus, pelo menos o sistema está funcionando. Porém, todos sabem que precisamos de segurança jurídica. Nenhuma empresa consegue fazer investimentos quando trabalha apenas com contratos renováveis a cada seis meses. A solução é a licitação”, afirmou o prefeito. Nova legislação Segundo o gestor, o edital é uma reedição do processo licitatório iniciado anteriormente, que precisou passar por adequações após mudanças na legislação nacional de licitações. O processo havia sido estruturado inicialmente com base na antiga Lei nº 8.666/1993. Com a entrada em vigor da nova Lei nº 14.133/2021, a prefeitura precisou atualizar as regras previstas no documento. “Na realidade, não é um edital novo; é uma reedição do edital anterior, adaptado à nova legislação. Tivemos que fazer adequações para atender à Lei nº 14.133”, explicou Bocalom. Novo modelo de pagamento Uma das principais mudanças previstas no novo contrato será o modelo de remuneração das empresas operadoras. Atualmente, o pagamento é calculado com base no número de passageiros transportados. Com a nova concessão, o pagamento passará a ser feito por quilômetro rodado, modelo já adotado em diversos sistemas de transporte coletivo no país. “Como está sendo feito em todo o Brasil, o pagamento será por quilômetro rodado. Serão definidos critérios para garantir o controle total da quilometragem percorrida”, destacou o prefeito. O valor inicial estabelecido no edital é de R$ 10,94 por quilômetro rodado, cálculo baseado na tabela Geipot, referência nacional utilizada para estimar custos operacionais do transporte público. Tarifa permanece em R$ 3,50 Mesmo com a mudança no modelo de remuneração, a prefeitura decidiu manter o valor da tarifa do transporte coletivo em R$ 3,50, considerada uma das mais baixas do país. Estudantes continuarão pagando R$ 1 pela passagem. Segundo o prefeito, a decisão leva em consideração o impacto social do transporte público, especialmente para as camadas mais vulneráveis da população. “Entendemos que o transporte público é fundamental exatamente para os mais pobres, que são os que realmente precisam utilizar o sistema”, afirmou. Atualmente, o município subsidia parte significativa do sistema. De acordo com dados da prefeitura, o custo médio do transporte chega a R$ 7,13 por passageiro, sendo a diferença entre esse valor e a tarifa paga pelo usuário coberta pelo poder público. Além disso, o Executivo municipal também arca com os custos das gratuidades previstas em lei, como as destinadas a idosos, pessoas com deficiência e estudantes. Operação atual Enquanto o processo licitatório é conduzido, o transporte coletivo de Rio Branco continua sendo operado pela empresa Ricco Transportes e Turismo. A prefeitura renovou por mais seis meses o contrato emergencial com a companhia, que permanece como a única responsável pela operação do transporte público na cidade até a conclusão da licitação. A expectativa da gestão municipal é que, com a concessão definitiva, o sistema de transporte coletivo de Rio Branco passe a contar com maior estabilidade contratual, investimentos na frota e melhoria na qualidade do serviço prestado à população. [Assessoria]
Acre está entre 4 estados do Brasil que garantem apoio pedagógico a alunos com deficiência nas escolas
O Acre está entre os poucos estados brasileiros que garantem a presença de profissionais de apoio escolar para estudantes na condição de pessoas com deficiência (PcD) e com transtorno do espectro autista (TEA) nas escolas, públicas e particulares, de todos os níveis de ensino e em todas as cidades. Também o Distrito Federal, Goiás e Roraima alcançam esse nível de cobertura no país. Os dados são do Censo Escolar 2025, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no fim de fevereiro. O levantamento revela que, no Brasil, 1.144 das 5.571 cidades (20,5%) ainda possuem escolas sem esse tipo de profissional, essencial para garantir a inclusão educacional. A legislação nacional prevê esse suporte. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e a Lei do Autismo (Lei nº 12.764/2012) determinam que estudantes que necessitem de apoio tenham acesso a profissionais que auxiliem em atividades como alimentação, higiene, locomoção, comunicação e interação social, em todos os níveis e modalidades de ensino. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 14,4 milhões de pessoas com deficiência e cerca de 2,4 milhões de autistas, o que reforça a importância de políticas públicas voltadas à inclusão educacional. Investimento histórico na educação especial Em 2026, o Acre deu um passo histórico, ao contratar 737 profissionais efetivos para atender à demanda da Educação Especial na rede estadual de ensino. A medida fortalece a estrutura de apoio nas escolas e amplia o atendimento a estudantes que necessitam de acompanhamento especializado. O diferencial da política acreana está também no perfil desses profissionais. Enquanto muitos estados recorrem a estagiários ou trabalhadores de nível médio, o Acre optou por professores da educação especial, que atuam na mediação pedagógica na sala de aula. A chefe do Departamento de Educação Especial da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), Hadhianne Peres, explica que o trabalho desses profissionais é voltado à promoção da acessibilidade dentro do ambiente escolar. “A educação especial é promotora de acessibilidade. Nós trabalhamos para garantir acesso ao currículo, aos métodos, aos conteúdos e aos espaços. Cada aluno recebe o suporte de acordo com sua necessidade”, destaca. Segundo a gestora, antes de definir o atendimento, cada estudante passa por um estudo de caso pedagógico, que identifica potencialidades e barreiras enfrentadas no processo de aprendizagem. A partir desse diagnóstico, são definidos os tipos de suporte, que podem incluir professor mediador em sala, atendimento em sala de recursos ou acompanhamento individualizado. Inclusão que transforma vidas Na prática, o impacto dessa política pode ser visto na rotina de alunos como Joaquim Cabral da Silva, de 13 anos, estudante do 6º ano da Escola Padre Carlos Casavechia, em Rio Branco. Diagnosticado com autismo grau de suporte 1, Joaquim conta com o acompanhamento da mediadora Diana da Costa. Com o apoio a profissional, o estudante conseguiu superar dificuldades na leitura e na escrita. “Eu gosto muito da escola. Tem professores incríveis e eu me surpreendo cada dia. Com a ajuda da Diana, melhorei muito. Antes eu tinha dificuldade com a letra cursiva, para escrever e ler. Agora estou conseguindo”, relata o aluno. Curioso e participativo, Joaquim diz que o maior desafio é manter a atenção durante as aulas, já que costuma se empolgar com diferentes assuntos. “Às vezes eu começo a pensar em muitas coisas e isso pode tirar um pouco da minha atenção. Mas cada dia eu estou superando meus limites e prestando mais atenção nas aulas”, afirma. Joaquim também demonstra gratidão pela mediadora que o acompanha no dia a dia escolar. “A Diana é uma pessoa incrível. Sempre que eu preciso, ela me ajuda. Eu fico muito agradecido por ter ela ao meu lado”, diz. Mediação com olhar humano Para Diana da Costa, ser mediadora exige dedicação constante. Mais do que apoiar o aprendizado, o trabalho envolve acolhimento, escuta e adaptação das estratégias pedagógicas. “É um desafio diário. A gente está sempre estudando, se capacitando e buscando novas formas de ajudar os alunos a compreender o conteúdo”, explica. E ressalta que o mediador não substitui o professor da turma, mas atua em parceria para adaptar o conteúdo e garantir que o estudante consiga acompanhar as atividades. “No caso do Joaquim, por exemplo, trabalhamos muito a questão da leitura e da caligrafia. Foi um trabalho conjunto com a família e com a professora de português. Hoje ele evoluiu bastante”, conta. Segundo Diana, o objetivo principal da mediação é promover autonomia e inclusão social: “A gente trabalha para que esses alunos tenham ferramentas para viver em sociedade, estudar, trabalhar e serem independentes”. Crescimento da educação inclusiva O número de estudantes identificados com autismo na rede de ensino tem aumentado significativamente. De acordo com Hadhianne Peres, houve um crescimento superior a 600% nos diagnósticos registrados na rede nos últimos anos. Esse aumento está relacionado ao maior acesso ao diagnóstico e à ampliação das políticas públicas voltadas às pessoas neurodivergentes. No Acre, o percentual de estudantes com algum tipo de deficiência também cresceu. Em 2024, cerca de 8% dos alunos da rede apresentavam alguma deficiência. Já o Censo Escolar de 2025 apontou 10%. Sonhos para o futuro Entre livros, atividades e conversas em sala de aula, Joaquim também já pensa no futuro. Ele sonha em concluir os estudos, ter um bom emprego e ajudar a sociedade: “Eu quero me formar e ajudar as pessoas. Quero ajudar principalmente o Acre, que é um lugar pequeno, mas que pode evoluir cada vez mais”. [Agência de Notícias]
São Paulo anuncia demissão do técnico Hernán Crespo
O técnico argentino Hernán Crespo não comanda mais a equipe de futebol masculino do São Paulo. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (9) pela equipe do Morumbi. Com o treinador deixam a equipe os auxiliares Juan Branda e Victor López, os preparadores físicos Federico Martinetti e Leandro Paz e o preparador de goleiros Gustavo Nepote. “O São Paulo deseja sucesso para Hernán Crespo e sua comissão técnica na sequência de suas carreiras”, diz a nota divulgada pela equipe. Esta era a segunda passagem de Crespo pelo São Paulo. Ela teve início em julho de 2025. No período o argentino comandou a equipe em 46 jogos, com 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas. [Agência Brasil]
DIÁRIO DO ESPORTE EM 09/03 2026
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